Olá Malta,

Hoje vou falar-vos de empreendedorismo. É um tema que me é muito importante, pois sou professor de empreendedorismo.

Os empreendedores são o alicerce do desenvolvimento económico e social. São eles que canalizam a poupança para os investimentos que geram empregos, para o aumento de produtividade, para a melhoria dos produtos e serviços e para mudanças sociais. Alguns, talvez, achem estas afirmações um exagero, mas na verdade, não há evolução sem empreendedorismo. Logicamente, não estamos só a falar aqui apenas dos empresários, líderes de negócios. Estamos a referirmo-nos a todos aqueles que a partir da combinação de conhecimentos – próprios ou não – e recursos lideram mudanças efectivas na sociedade. São esses os heróis de hoje. E depois, existem um grupo de pessoas que têm todas estas características e à qual acrescentam a contribuição social.

Este texto não se vai limitar a fazer apologia aos empreendedores. Trata-se dum argumento fácil, mesmo existindo alguns empreendedores que são as excepções à regra, por não possuirem ética e regras de conduta. Em Portugal, no entanto, ao contrário de outros países, o empreendedorismo ainda precisa ser frequentemente e moralmente defendido. Isto talvez seja fruto de uma herança cultural que valoriza o emprego público ou emprego para toda a vida, como caminho para uma vida mais tranquila e pouco inspirada ou ainda de um ambiente económico que favoreceu mais a especulação do que a inovação.
Difícil será dizer com certeza, mas o facto é que em países mais “estatizados”, ou “subsídio-dependentes” aqueles que empreendem, ainda não são valorizados e compreendidos de maneira adequada. Nesse sentido, tentaremos desmistificar algumas das percepções acerca dos empreendedores.

Ainda para mais com a pandemia em que todos andam de mão estendida, pois se o negócio não dá o governo tem de pagar… se não há clientes o governo tem de pagar… se tenho uma empresa e não tenho clientes, o governo tem de pagar… e sempre assim todos os meus erros, os meus azares têm de ser pagos pelo governo. Até se tenho um banco…. o governo tem de pagar.  Mas amíude todos se esquecem que  governo somos nós e o dinheiro que agora exigimos irá fazer falata para outras coisas, até para nos pagar a reforma. Mas este é um artigo positivo sobre empreendedorismo.

1. Empreendedores são capazes de lidar tanto com o risco quanto como com as incertezas

Embora risco e incerteza possam parecer a mesma coisa para muitas pessoas, elas são coisas bem distintas. Tanto é assim, que as seguradoras estão dispostas a vender seguros contra roubo, incêndio ou mesmo morte, mas não contra fracasso no lançamento de um produto, de um negócio ou de uma parceria. Os empreendedores precisam calcular, mesmo que apenas intuitivamente e superficialmente, tanto os riscos – que teoricamente podem ser calculados matematicamente –, quanto as incertezas, tais como “o mercado irá receber bem os meus produtos e serviços?”, “vou atrair os melhores talentos?” e “esta campanha de marketing vai ter algum efeito?”, “será que vou conseguir duplicar-me”. Lógico que o futuro é incerto – ou como diria Benjamin Franklin: Nada é certo, apenas a morte e os impostos. Para o bem da sociedade, os empreendedores, são capazes de avançar pelo meio de todas as intempéries que os mercados lhes reservam.

Eu tenho vários projectos os quais estão de acordo com o que defendo os Multiplos Fluxos de Rendimento, vê aqui como faço com um deles.

E hoje ficamos por aqui. Este tema será continuado, claro.

Façam o favor de ser felizes

About Rui Lemos

Rui Lemos, nasceu em Lisboa, Portugal, em 1959, sempre foi empreendedor desde tenra idade. Esta sua tendência para o negócio deu-lhe uma visão desempoeirada da vida, pois sempre pensou pela sua própria cabeça. Fez o liceu em Oeiras, perto da praia o que veio também a influenciar o seu desejo de liberdade e de gozar o tempo de lazer. Fez serviço militar na Força Aérea Portuguesa, na área da electrónica, foi profissional da IBM por quase 20 anos, a sua carreira foi de técnico de computadores, a técnico de software até gestor, sendo formador do Instituto IBM, autor de manuais técnicos e de vários livros, entre eles o Best Seller com 23 edições “O Fundamental do Windows 3.1″, conheceu o marketing de rede em 1983, mas não foi financeiramente compensador, ficou só o "bichinho". Voltou ao MMN, em 2004, com a Bia Pomar, sua mulher, onde conheceu a Cesarina e o Silvio Fortunato. Fez parte do grupo fundador do Magnet System e do Inner Circle, com a Bia Pomar e o Rui Gabriel, sendo hoje um profissional do internet marketing e do marketing multinível, é autor de vários blogs entre eles www.RuiLemos.com, um blog que fornece dicas sobre internet marketing, marketing multinível, formação e empreendedorismo para profissionais ou amantes do internet marketing e www.escritamilionaria.com dedicado ao Copywriting, Content Management, SEO Copywriting. Foi co-fundador do grupo de internet marketers Lazy Millionaires League que se dedicam a ajudar os novos a encontrar o seu caminho, é também afiliado All In do Empower Network.