Olá Malta amiga,

Tenho uma lamentável história para contar sobre uma situação que teve lugar entre um representante de uma oportunidade bem conhecida e a minha pessoa, enquanto eu estava numa cafetaria local e o que exemplifica esta situação muito bem e mostra quanto mais longe esta realidade ainda pode ir.

Há uns dias, um tipo aproximou-se da minha mesa, para perguntar se eu sabia onde era a localização duma loja de peças de automóvel porque ele precisava de ajuda com a bateria do carro. Tentando ser útil, fiz uma pesquisa no meu portátil, no Google, para encontrar lojas de peças de automóvel localizadas dentro dum raio de 3 km da cafetaria. E enquanto estávamos empenhados numa breve conversa, percebi logo que da forma como ele estava a fazer as perguntas o meu “radar do marketing de rede”, ficou logo em alerta e animou-se.

Acabou por me entregar o seu cartão de visita, e com base no conteúdo do cartão e com o layout, excessivamente simplificado, diria que tinha sido feito em casa. Percebi, também, que não devia ser, para ele, um grande negócio, pois no seu cartão só tinha apenas o seu nome, e-mail e um número de telefone que não era local – mesmo que dissesse que vivia e trabalhava perto.

Assim, sem curiosidade, pedi-lhe o seu site e foi aqui que os jogos começaram. Em primeiro lugar, deu-me um longo URL, que me levou a uma réplica dum site que parecia feito pela minha filha de 10 anos(na altura, hoje já tem 16 anos). De seguida, não consegui aceder ao site da equipa, porque era necessário um username e password (ele esqueceu-se da sua própria identificação acerca do seu próprio site, aparentemente). Depois de ter passado por todas essas situações, lá apareceu um vídeo que passava, em loop sobre a sua maravilhosa oportunidade.

Perguntei-lhe directamente, “qual é o nome da sua empresa”, ao que ele respondeu: “Empresa XYZ”. Eu já estava a ficar um pouco irritado com a resposta, porque estava a ver que ele estava a ser evasivo e que não é a regra dos Network Marketeers éticos e honestos, então perguntei-lhe duma forma diferente: “Qual é o nome da empresa de marketing de rede que representa?” Esta é uma pergunta que não deixa de ter resposta, certo? Infelizmente, não tive muito sucesso com esta pergunta, também, pois não recebi nenhuma resposta. Ele deu-me um nome de uma equipa de trabalho, em vez de responder à minha pergunta.

Eu googlei o nome da empresa (ou da equipa) a que ele pertencia, e descobri, vendo os anúncios relacionados com a equipa do qual ele fazia parte que se tratava duma bem conhecida, suficientemente respeitável empresa de marketing de rede, cujo comportamento da maioria dos seus associados, não era aquele que me estava a ser dado por este “pintas”.

Sinceramente, não consegui entender porque é que ele não me deu logo o nome da empresa que representava e descartava todas as mentiras, decepção e desinformação que me estava a passar. Para adicionar o insulto à injúria, ele mencionou-me o quão bem ele estava a fazer o negócio, quanto dinheiro estava a ganhar nesta empresa (coisa que eu não solicitei), etc., etc., mas o que ele não sabia era que eu era um profissional de marketing de rede, e já tinha representado a empresa que ele falava, e claro, que sabia perfeitamente como funcionava o plano de compensação. Numa palavra, ele espalhou-se ao comprido. Cada cavadela cada minhoca.

Aqui é o ponto fulcral desta história. Penso que se já viu o filme de acção “Blade”, com o Wesley Snipes, vai apreciar e perceber o que estou prestes a dizer. O Blade é um vampiro que odeia vampiros! Ele dedicou toda a sua vida a matá-los. Pessoalmente, acho hilariante e divertido porque isto ilustra exactamente como me senti. Eu trabalho já há uns anos no marketing de rede e odeio tipos que fazem marketing de rede como esta “peça” que me apareceu à frente, e, fiz disto uma das coisas importantes da minha missão:  “matar” (sempre que me deparasse com um deles) todos os representantes de empresas de marketing de rede, incompetentes, mentirosos e que não informam de forma honesta o que fazem e com quem fazem. Mas coitados, eles nem são os principais culpados, são os seus patrocinadores, os responsáveis pela sua modulação. Mas se os patrocinadores também não sabem como fazer…. ficamos na mesma, por isso tento sempre dar-lhes um “tiro” de oportunidade e tento levá-los para o bom caminho.

Dentro desse espirito, tentei educar este tipo sobre os erros dos caminhos que estava a trilhar, oferecendo-lhe algumas orientações sobre o que me ajudou a fazer vingar o meu negócio. Qual foi a sua resposta? Na verdade, acabou por admitir que eu estava certo, mas como eu não era da sua empresa nem da sua equipa nem era, sequer, o seu mentor ele não iria ligar nenhuma ao que eu lhe estava a dizer.

Isto é como ir ao médico porque está doente e, de seguida, quando ele sugere um tratamento, recusa porque o próprio médico, não sabe do que fala porque não tem a doença.

Se é alguém que pratica esta “curiosa” abordagem para construir o seu negócio, faça um favor a todos nós e saia imediatamente do marketing de rede. Esta indústria merece respeito e se não pode agir como um profissional, vá trabalhar para o Lidl da esquina e permita-nos a nós que sabemos como fazer, fazermos o que sabemos fazer melhor.

Qual é a sua opinião acerca deste problema?

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About Rui Lemos

Rui Lemos, nasceu em Lisboa, Portugal, em 1959, sempre foi empreendedor desde tenra idade. Esta sua tendência para o negócio deu-lhe uma visão desempoeirada da vida, pois sempre pensou pela sua própria cabeça. Fez o liceu em Oeiras, perto da praia o que veio também a influenciar o seu desejo de liberdade e de gozar o tempo de lazer. Fez serviço militar na Força Aérea Portuguesa, na área da electrónica, foi profissional da IBM por quase 20 anos, a sua carreira foi de técnico de computadores, a técnico de software até gestor, sendo formador do Instituto IBM, autor de manuais técnicos e de vários livros, entre eles o Best Seller com 23 edições “O Fundamental do Windows 3.1″, conheceu o marketing de rede em 1983, mas não foi financeiramente compensador, ficou só o "bichinho". Voltou ao MMN, em 2004, com a Bia Pomar, sua mulher, onde conheceu a Cesarina e o Silvio Fortunato. Fez parte do grupo fundador do Magnet System e do Inner Circle, com a Bia Pomar e o Rui Gabriel, sendo hoje um profissional do internet marketing e do marketing multinível, é autor de vários blogs entre eles www.RuiLemos.com, um blog que fornece dicas sobre internet marketing, marketing multinível, formação e empreendedorismo para profissionais ou amantes do internet marketing e www.escritamilionaria.com dedicado ao Copywriting, Content Management, SEO Copywriting. Foi co-fundador do grupo de internet marketers Lazy Millionaires League que se dedicam a ajudar os novos a encontrar o seu caminho, é também afiliado All In do Empower Network.