Devem Respeitar a Minha Autoridade
- Rui LemosPosted by Rui Lemos on Dez 31, 2011 in Copywriting, Empreendedorismo, Marketing de Rede | 0 comments

Um dos meus episódios favoritos de South Park é quando o pequeno e grosseiro Eric Cartman veste um uniforme de polícia. Ele vagueia com o bastão em redor a fazer uma roda-gigante, a gritar “Respeitem a minha autoridade!” antes de bater nas pessoas com o seu bastão.
Na sua busca pela autoridade, o Cartman sabia o que estava a fazer, ao vestir esse uniforme. E dado que ele estava no dar e receber final do choque eléctrico no filme The South Park Movie, ele provavelmente teria adorado a participar no bastante preocupante estudo seguinte.
Resultados Chocantes
Você vê um anúncio num jornal a dizer que o departamento de psicologia da Universidade de Yale está a fazer um pequeno estudo sobre “experimentar a memória.” Voluntários pagos são necessários para um estudo de uma hora de duração, assim que descobrir o que diabos é. À chegada ao laboratório, encontra-se com dois homens – um cientista da pesquisa vestido com uma bata branca e outro voluntário que vinha ao mesmo. O investigador continuou com a explicação do estudo que iriam fazer, a ambos.
Ele diz-lhes que o estudo é sobre os efeitos da punição na memória. A tarefa do outro voluntário será a de aprender uma série de pares de palavras (ele é o “Aprendiz”). O seu trabalho será como “Professor” e será testar a memória do Aprendiz acerca dos pares de palavras e administrar uma descarga eléctrica por cada resposta errada. E também por cada resposta errada, a voltagem sobe.
Claro que não tem nenhuma certeza sobre esta coisa toda, mas um estudo da universidade, deve estar OK, certo? O teste começa, e quando o outro voluntário falha uma pergunta, você puxa uma alavanca que lhe dá um choque suave. Ao longo do tempo, porém, os níveis de choque aumentam, e o Aprendiz já grunhe de forma muito audível. Aos 120 volts, o Aprendiz afirma que os choques já começam realmente, a doer e aos 150 volts, quer mesmo desistir.
O investigador diz-lhe para continuar, e que a electricidade não fará “nenhum dano permanente nos tecidos” ao Aprendiz. Com 165 volts, o Aprendiz grita. Mas o Professor continua a questioná-lo e continua a puni-lo pelas respostas incorrectas. Aos 300 volts, o Aprendiz recusa-se a responder por mais tempo, porque os choques estão a prejudicar a sua capacidade mental. O investigador diz ao Professor para tratar as não-respostas como respostas incorrectas. O Aprendiz guincha, pontapeia e implora por misericórdia com cada choque subsequente, por todo o caminho até aos 450 volts quando o investigador finalmente o manda parar.
Isso não poderia ter realmente acontecido, pois não? Bem, na verdade, foi feito, em 1963 na Universidade de Yale, durante uma série de experimentações de Stanley Milgram.
Mas o objectivo real sobre a experiência de Milgram:é que não houve nenhuns choques eléctricos reais; o Aprendiz era um actor; e o estudo não tinha nada a ver com a memória. Aquilo que o Milgram queria saber era até quando iriam os Professores, parar enquanto lhes dissessem para continuar a dar os choques, uma vez que eles estavam e pensavam que eram reais.
Cerca de dois terços (65%) dos envolvidos administrou todos os choques até 450 volts, não lhes importou o quando o Aprendiz implorou por misericórdia. No entanto, sem o incentivo do investigador, para continuar, o estudo constatou que as cobaias teriam parado de distribuir os castigos logo no início. Uma análise aos dados originais, em 2002, confirma a validade das conclusões.
Os resultados chocaram o departamento de psicologia de Yale e tornaram-se uma parte do folclore moderno. Cada aspecto da experiência tinha sido cuidadosamente aprovado para colocar as cobaias dentro dum padrão transversal de idades, profissões e níveis de ensino. Por outras palavras, estes não eram sádicos selvagens, as cobaias eram pessoas como nós. Mas o que os levou a esse comportamento?
Milgram diz que é o nosso profundo sentido de dever à autoridade. Nós estamos treinados desde a infância para respeitar a autoridade e a obediência que vem com ela permanece connosco ao longo de toda a nossa vida, mesmo quando sentimos que alguma coisa pode não estar certa.
A Percepção da Autoridade É Mais Importante
A nossa deferência à autoridade é impulsionada principalmente pela percepção. Por isso, uma bata branca, um uniforme de polícia ou um fato de 4.000€, feito à medida pode facilitar a influência ou o controlo sobre os outros. Nós até agimos de forma diferente em relação a outras pessoas dependendo da nossa percepção do seu nível de autoridade, por vezes mesmo adoptamos os seus maneirismos e padrões de conversação. Outro estudo mencionado no livro Influence: Science and Pratice (Influência: Ciência e Prática) analisam episódios do show Larry King Live e observam a capacidade de percepção da autoridade para alterar padrões de fala. Quando Larry entrevistava pessoas com elevados níveis de posição social ou de prestígio, o seu estilo de voz alterava-se para coincidir com o deles. Ao entrevistar pessoas de estatuto inferior, Larry manteve-se firme e os estilos de voz dos convidados modificaram-se para combinar com seu.
O aspecto mais importante dos dados que demonstram que o poder da autoridade é que o contexto é mais importante que o conteúdo real. Por outras palavras, se uma pessoa é percebida como uma figura de autoridade, o que eles dizem é tomado pelo seu valor facial e aceite como um facto real mais facilmente. E ajuda alguém a ultrapassar as objecções mais comuns. Construir autoridade, é portanto, crucial para a construção dum negócio, especialmente se estiver a vender serviços ou produtos de informação e conhecimento.
Conteúdo Cria Contexto
Quando o nosso blog é bom cria autoridade, pura e simples. Escrever consistentemente acerca da sua área de especialização faz de si uma figura de autoridade dentro da sua indústria e nicho. Vai desfrutar duma vantagem definitiva sobre os seus concorrentes que não têm blog e provavelmente até mesmo sobre aqueles que escreveram um blog durante um curto período.
Por norma os profissionais e outros homens de negócios há muito tempo que escrevem para publicações comerciais e colunas de jornal para construírem a sua autoridade, juntamente com o relacionamento na comunidade e em feiras e conferências, tudo para tentarem construir referências de negócio através do boca a boca. Com os blogs, vai-se reconstruir a autoridade e o relacionamento ao mesmo tempo e numa escala global o seu modelo de negócio vai beneficiar deste tipo de alcance.
O objetivo não é estar na lista A, conforme determina o Technorati Top 100 Blogs. O seu objetivo é estar na lista A do seu nicho, região geográfica ou indústria. Esperamos que esteja no bom caminho com seu próprio blog.
About Rui Lemos
Rui Lemos, nasceu em Lisboa em 1959, filho de gente humilde e trabalhadora, muito cedo começou a empreender, pois com a introdução do 2ª canal de TV, começou a vender os serviços de instalação dessa antena, convém salientar que tinha 12 anos, e que as antenas se instalavam nos telhados dos prédios, a mais de 25m de altura. Esta sua tendência para o negócio sempre lhe deu uma visão desempoeirada da vida, sempre pensou pela sua própria cabeça. Fez o liceu em Oeiras, perto da praia o que veio também a influenciar o seu desejo de liberdade e de gozar o tempo de lazer. Fez serviço militar na Força Aérea Portuguesa, onde os seus conhecimentos técnicos em electricidade e electrónica de aviónicos, se aprofundaram e lhe deu orientação profissional para o futuro. Hoje é empresário, foi profissional da IBM por quase 20 anos, a sua carreira foi de técnico a gestor, sendo formador do Instituto IBM, autor de manuais técnicos e de vários livros, entre eles o Best Seller com 23 edições “O Fundamental do Windows 3.1″, conheceu o marketing de rede em 1983, mas não foi financeiramente compensador, ficou o "bichinho". Voltou ao MMN, em 2004, onde conheceu a Cesarina e o Silvio Fortunato. Fez parte do grupo fundador do Magnet System, com a Bia Pomar e o Rui Gabriel, sendo hoje um profissional do internet marketing e do marketing multinível, é um dos fundadores do Magnet System e autor de vários blogs entre eles www.RuiLemos.com, um blog que fornece dicas sobre internet marketing, marketing multinível, formação e empreendedorismo para profissionais ou amantes do internet marketing e www.escritamilionaria.com dedicado ao Copywriting, Content Management, SEO Copywriting.


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